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Primeira teledramaturgia da TV Pública

TVE promove exibição exclusiva do primeiro episódio da séria Natália da TV Brasil na Casa de Cultura Mário Quintana

Na quinta-feira (28/04) a TVE e o IECINE promovem exibição exclusiva do primeiro episódio da série “Natália”, produzida pela TV Brasil. Além da exibição haverá debate com o objetivo de discutir o papel da teledramaturgia na televisão com ênfase no telespectador jovem. O debate contará com a presença do cineasta Giba Assis Brasil e tem entrada franca.

A minissérie mostra o glamour, os bastidores do mundo da moda, o carisma e, ainda, os problemas da periferia sem levantar bandeiras, mas propondo vários diálogos com o público. A produção integra o projeto FICTV/Mais Cultura, que realiza as primeiras séries de teledramaturgia da TV pública. Voltadas para o espectador jovem, as séries usam comédia, drama e emoção para contar histórias e descobertas típicas da idade em 13 episódios cada.

Debate: teledramaturgia para a juventude, com exibição exclusiva do primeiro episódio da série Natália, que vai ao ar a partir de 1° de maio, domingo, às 22h30, pela TVE e TV Brasil.
Participação do cineasta Giba Assis Brasil

Local: Casa de Cultura Mário Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Cinemateca Paulo Amorim – Sala Norberto Lubisco
Quando: 28 de abril, quinta-feira, às 15h

Realização:
Fundação Cultural Piratini – TVE
IECINE-RS
Cinemateca Paulo Amorim
SEDAC-RS
Governo do Estado do Rio Grande do Sul
TV Brasil

@tve_publica_rs
@FM_Cultura

Tarso Genro se compromete com a democratização da comunicação e deixa a mídia gaúcha de cabelo em pé

Fotos: Eduardo Seidl / Agência Cel3uma

Na entrevista coletiva concedida pelo governador eleito Tarso Genro, teve um pouco de tudo. Assuntos diversos foram tratados, com crítica à oposição, à imprensa e à base aliada. Essas menos que aquelas, e identifico dois motivos para isso. Primeiro, o óbvio, de que os blogueiros eram de esquerda e, portanto, mais identificados ideologicamente. E outro fator de peso, o fato de o PT, até agora, ser oposição no RS. É muito mais fácil fazer perguntas críticas a quem é governo e já teve bastante oportunidade de errar do que a quem vai assumir, cheio de propostas para fazer tudo lindo.

A ideia de que a crítica deve orientar as perguntas é lógica, parte do pressuposto de que o fulano entrevistado não vai dizer por livre e espontânea vontade coisas de que não gosta. Cabe a quem está de fora perguntar. Mas acho que a ideia de uma entrevista coletiva não é fazer crítica. Como qualquer entrevista, ela vem com a proposta de obter informações. Assuntos pouco tratados podem ser aprofundados, temas nem tocados durante a campanha podem ser esclarecidos. E informações foram obtidas.

Tarso falou de economia solidária, relações internacionais, movimentos sociais, ambientalismo, economia, comunicação, corrupção, alianças, PPPs, transversalidade, saúde, agricultura, transição, educação, rádios comunitárias.

Tarso já tinha chamado a atenção durante a campanha e essa entrevista confirmou: além de um grande orador, fala com muito conteúdo, preocupado em acertar, com um discurso de fato de esquerda, sem ranço. E mostra, acima de tudo, que aprendeu demais durante seu período como ministro no governo Lula.

E, importante, aproveitou o evento para prestar uma deferência às novas mídias e fazer dos blogueiros o público para o anúncio de sua mais nova secretária, Vera Spolidoro, para a Comunicação e Inclusão Digital, além do jornalista Pedro Osório para a presidência da Fundação Piratini, que agrega TVE e FM Cultura. É um ato simbólico, a informação já tinha vazado, mas é significativo porque mostra que o governador está disposto a prestar atenção ao mundo da internet e, o fundamental, à democratização da comunicação de um modo geral.

Economia Solidária

Disse que economia solidária não é política social, mas política econômica. Usou uma expressão que se repetiu mais adiante com relação a mídia alternativa: não fará políticas paternalistas. Disse que é bem diferente de políticas sociais, que deverá implementar nesse segundo caso, mas que “paternalismo é humilhação”. Economia solidária, apesar de ter sido pouco valorizada no governo Lula, entrou no Pronasci, programa criado e desenvolvido por Tarso no Ministério da Justiça, e que terá atenção especial.

Relações Internacionais

Respondeu que a viagem feita à Europa não significa que os países do Norte serão privilegiados, como questionei, em detrimento da integração regional e do fortalecimento das relações Sul-Sul, mas que a integração regional tem que ser feita através de uma visão universal, e que as relações triangulares incluindo a Europa (principalmente Espanha e Portugal por causa da relação com os países da América do Sul) são fundamentais para o crescimento regional, até porque, com a crise, a relação se inverte e eles se tornam mais dependentes da gente do que a gente deles, segundo Tarso.

Movimentos sociais

Tarso deve ter deixado a imprensa tradicional de cabelo em pé ao afirmar que deve tratar o MST da mesma forma que trata a Farsul, com respeito, diálogo e negociação e que vai valorizar a agricultura familiar em detrimento de grandes empresas exportadoras que não gerem desenvolvimento e renda no estado, sempre respeitando o meio ambiente. Afinal, “o Brasil ainda deve uma reforma agrária”.

Comunicação

Mas deve ter arrepiado principalmente nas questões específicas sobre comunicação. Disse que vai trabalhar pela criação de um conselho de comunicação, embora tenha ficado devendo a especificação da atuação e da composição desse conselho, e pela democratização da comunicação. Classificou nossa imprensa de “mídia uníssona neoliberal, dentro da qual transitam valores que têm sido derrotados” com a eleição de Lula e agora de Dilma. Enfatizou que o conselho não fará controle da opinião ou da informação, mas um passo para a efetiva democratização das fontes de produção e de reprodução, em busca do equilíbrio. E afirmou que temos liberdade de imprensa, que deve ser intocável, mas que não temos o “direito de livre circulação da opinião”.

Tarso criticou a prisão de Assange mostrando a incoerência entre prendê-lo e deixar soltos os donos dos veículos que divulgaram os documentos. Todos fizeram a mesma coisa, divulgação, ou seja, “se foi crime, e eu não acho que foi, foi um concurso criminal”. E o mais incrível para Tarso é a falta de protesto da grande imprensa, “ninguém está reclamando”.

Especificamente sobre uma nota que gerou controvérsia, publicada na coluna de Rosane de Oliveira há alguns dias que dizia “Se for suspensa sem um argumento convincente, a revitalização do Cais Mauá corre o risco de se transformar na Ford de Tarso Genro” e sobre o tratamento que o governo dará à imprensa, Tarso disse que recebe esse tipo de informação “com respeito, mas com certa ironia”, porque a nota foi uma espécie de ameaça, que diz para se cuidar, senão vai ser massacrado como foi o Olívio. Acrescentou que essa é uma informação ideologizada e foi muito feliz ao criticar a postura da imprensa, crente que detém isenção e “pureza”, que fica distante da relação do Estado com a sociedade, como se assistisse de longe e não participasse, não sofresse influência do processo de formação ideológica que cada um sofre com sua vivência cotidiana. Mostrou-se sereno diante da crítica, afirmou respeitá-la, mas não orientar sua ação política por esse tipo de manifestação.

Onde faltou

Senti falta de uma resposta mais firme no questionamento sobre o Cais Mauá. Tarso falou que não é contra as PPPs, com a ressalva de que não podem ser uma atitude do estado para proporcionar acumulação privada, que a do Cais está sendo revista juridicamente, mas não se comprometeu a revisar o mérito da parceria, o projeto em curso. Fará isso apenas se houver algum impedimento jurídico, para não ter que quebrar contrato e trazer prejuízo econômico. Resta saber se o prejuízo ambiental e urbanístico trazido pela realização da obra não será maior que o econômico.

Também deixou a desejar na resposta à questão sobre o código florestal e o gerenciamento dos órgãos do estado voltados ao meio ambiente. Mostrou não ter domínio sobre o tema, afirmou não saber exatamente o conteúdo das mudanças no código florestal, não sabia que ele seria votado já em plenário na próxima terça-feira e ficou de se informar melhor.

Por fim, é importante não confundir, como aconteceu na entrevista com Lula (vide a matéria d’O Globo), blogueiro com jornalista. Pesem algumas ausências e algumas presenças, havia alguns jornalistas formados e que atuam como tal, mas havia pessoas de várias formações, perguntando sobre a área de interesse do seu blog.

Tarso se compromete com a TVE e a FM Cultura

“O que se quer é que a TVE e a FM Cultura voltem a exercer sua função, que é de fazer comunicação pública, de serem emissoras públicas. E que os trabalhadores voltem a ser respeitados.” A fala é do presidente do sindicato dos radialistas do RS, Antônio Edisson (Caverna), durante encontro com o candidato a governador pela Unidade Popular pelo Rio Grande, Tarso Genro (PT). Junto com Alexandre Leboutte, que representava os funcionários das emissoras, e com o presidente do sindicato dos jornalistas, José Nunes, entregaram um documento tirado de um seminário com os funcionários, com as propostas para resolver os problemas estruturais.

Leboutte insistiu que “o fim da TVE e da FM Cultura é apresentar uma programação diferenciada, educativa, que retrate a diversidade do Rio Grande, sem se deixar levar pelo caráter mercadológico”. Para dar conta desses objetivos, é preciso enfrentar três problemas: gestão, financiamento e estagnação tecnológica. Por isso, queriam um comprometimento da candidatura – estavam presentes também o vice da chapa, Beto Grill, e o deputado estadual Adão Villaverde – com as propostas apresentadas e com a criação de um grupo de trabalho com representantes de todos os interessados para gerenciar de forma democrática e plural.

O melhor da história é que a candidatura de fato se comprometeu. Disse que vai encaminhar da melhor maneira, constituir o GT e fazer com que as decisões passem pelo Conselho representativo.

A maior queixa dos funcionários é com o caráter autoritário do governo Yeda. Acusaram que “o presidente da TVE nunca recebeu os funcionários”, que a grande maioria dos cargos de confiança é preenchida no setor de jornalismo, o que influencia diretamente na linha editorial. Varia de acordo com o governo da hora. “O jornal tem que ser plural”, enfatizou Leboutte.

De fato, alguns absurdos acontecem. Por exemplo, a TVE tem convênio com a TV Cultura, de São Paulo, e com uma que outra emissora mais, mas não tem com a TV Brasil, um “equívoco da atual gestão”.

Parece que as coisas tendem a melhorar. Se Tarso for eleito, claro, porque os investimentos na TVE nunca foram tão baixos como no governo Yeda. E a interferência, tão grande.

Tarso vai receber sindicatos e servidores da TVE/FM Cultura dia 18

Dando seguimento à iniciativa de entregar o documento com as propostas dos servidores da Fundação Piratini para os candidatos ao governo do RS, estiveram na sede estadual do PT o presidente do Sindicato dos Radialistas, Antônio Edisson (Caverna), o representante dos funcionários no Conselho, Alexandre Leboutte e a jornalista da TVE Vera Cardozo.

O grupo foi recebido pelos responsáveis pela agenda do candidato Tarso Genro, Robério Correa e Ilza Canto.

Como resultado do encontro, o candidato Tarso Genro receberá, em mãos, o documento que é o resumo de um seminário organizado pelos servidores da TVE e da FM Cultura.

A entrega será feita no comitê central de campanha da Unidade Popular pelo Rio Grande (Barros Cassal, 68/5º andar), no dia 18 de agosto, às 10h30min, pelo representante dos servidores, Alexandre Leboutte e pelos presidentes dos sindicatos de radialistas e jornalistas, Antônio Edisson (Caverna) e José Nunes, respectivamente.

Aproveitamos para convidá-lo para participar do ato de entrega do documento.

Vera Cardozo

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Pauta: Entrega do documento com propostas dos servidores da TVE e a FM Cultura para o candidato Tarso Genro

Data: 18/08/2010 (Quarta-feira)

Hora: 10h30min

Local: Comitê de Campanha da coligação Unidade Popular pelo Rio Grande (PT/PSB/PC do B/PR/PPL) – Barros Cassal, 68/5º andar.

Governo Yeda manipula a TVE e tenta calar jornalistas

O governo estadual está usando de todos os meios que dispõe para fazer política. Até aí, ok. Mas nem todos esses meios lícitos ou éticos. Uma fonte de dentro da TVE denuncia a propaganda eleitoral antecipada que o governo faz utilizando a emissora. Inserções a cada pouco do programa “Em dia com o Rio Grande” são apenas a face mais visível da irregularidade.

O pessoal lá de dentro não quer mais se expor individualmente, então apenas uso o relato sem citar o nome de quem o forneceu. Mas a denúncia diz que “as reportagens do governo estão vindo prontas do Palácio Piratini, inclusive editadas, desconsiderando completamente o trabalho de reportagem e edição da TVE e passando por cima, inclusive, do editor-chefe do jornal (indicado pelo próprio governo)”.

É antiético, prejudicial para a democracia, para cada gaúcho que é ludibriado, imoral. E é uma falta de respeito, de consideração com a equipe que tenta fazer jornalismo na emissora capenga por falta de recursos – que nunca foram tão poucos como agora.

E vai além: o Governo Yeda ameaçou os veículos em que anuncia de retirar a publicidade caso pegassem pesado demais. E chegou a oferecer mais anúncios em troca de um afago. Censura? Compra de informação? É calar a boca dos jornalistas, dos meios de comunicação. Eles se prestam a isso, certo, mas não diminui a responsabilidade do governo na questão. Afinal, sua função seria governar para todos. Ou não?

Cultura no RS: uma espécie em extinção

Já não bastassem os escândalos de corrupção – inclusive com uma morte ainda mal explicada -, o descaso com o funcionalismo público, a criminalização dos movimentos sociais, a falta de investimentos em praticamente todos os setores em busca de um falso déficit zero e tantas outras mazelas que os gaúchos enfrentam em função de medidas pouco responsáveis do governo do Estado do Rio Grande do Sul, agora chegou a vez da cultura.

Ultimamente, ela tem sofrido no RS, coitada. Primeiro, com o sucateamento e a ameaça de fechamento da TVE e da rádio FM Cultura. Essa semana, as coisas pioraram. Foi anunciada a extinção da tradicional sala de cinema Norberto Lubisco, na Casa de Cultura Mário Quintana, e hoje, a demissão do presidente do Memorial do Rio Grande do Sul, o historiador Voltaire Schilling.

Voltaire é uma figura polêmica. No fim do ano passado, gerou o maior bafafá ao criticar a Bienal e questionar o conceito de arte contemporânea. Mas é um cara de muito valor, com diversos livros publicados e respeitado na sua área. A justificativa usada pela secretária de Cultura, Mônica Leal (do reacionário PP), foi de que Voltaire teria feito viagens com dinheiro público. Nem a Rosane de Oliveira acredita na versão do governo.

O caso da sala Norberto Lubisco também é triste. Não é só por Porto Alegre perder um espaço cultural, mas por perder um espaço que realmente valorizava a cultura. E de forma popular. Seus ingressos eram bem mais baratos que os das salas de cinema dos shoppings e sua programação, bem mais interessante. Filmes que não passavam pelo circuito comercial, ou que só davam uma chegadinha rápida, tinham a possibilidade de ser assistidos no Centro de Porto Alegre. Os argumentos de violência e dívidas para justificar o fechamento não convencem. Três funcionários foram demitidos.

Marco Weissheimer repara que não há menção ao fechamento da sala no site da Secretaria da Cultura. O site da CCMQ continua tratando da sala como um de seus espaços ativos. E faz uma crítica coerente com relação à dona da pasta: Mônica Leal confunde cultura com tradições gaúchas, a única coisa que ela parece valorizar.

E o pior é que não é de hoje que a cultura vai pro brejo no estado. Um texto com o título Cultura caindo aos pedaços no RS foi postado no RS Urgente em novembro de 2008. É uma pena.

TVE e FM Cultura correm risco de extinção

Não é de hoje que a TVE e a FM Cultura estão abandonadas. Houve muita oscilação nos investimentos dedicados a elas pelo governo do estado, atingindo seu ápice durante o governo Olívio, do PT, e seu ponto mais baixo, quase pífio, durante o atual governo, de Yeda Crusius, do PSDB. Faltam equipamentos, profissionais, tudo, até papel higiênico. Os salários são absurdamente baixos.

As informações acima me foram dadas por funcionários da empresa, que eu não vou citar para não comprometê-los, mas sei que são verdadeiros.

Além disso, a TVE, canal de televisão estatal, serve de plataforma de divulgação do governo, seja ele qual for. Esse ano, entrevistas realizadas com a governadora eram nitidamente forçadas. Há censura da programação. Nada de ruim relativo ao governo pode ir ao ar.

Mas ainda era um canal que permitia uma certa dose de programação diferenciada, que foge de interesses econômicos presentes nos grandes conglomerados de mídia no Brasil e em especial no RS. Tudo bem que não dá pra elogiar a cobertura política, mas há bons programas de cultura, por exemplo.

Ou havia, no que depender do governo. O prédio onde funcionam a TVE e a FM Cultura, no Morro Santa Tereza, em Porto Alegre, pertence ao INSS, que decidiu vendê-lo e o ofereceu primeiramente ao governo do estado. Com diversos prédios ociosos, ele poderia negociar uma permuta ou mesmo comprar o espaço, para garantir a permanência da TV e da rádio. O governo simplesmente não se interessou. Afirmou exatamente isso, que não tinha interesse. Faz 28 anos que a Fundação Cultural Piratini ocupa o prédio.

Dessa forma, a TVE e a FM Cultura têm agora prazo até 31 de março para deixar o prédio, o que é inviável, segundo o blog do Movimento SOS TVE/FM Cultura. Diante do desinteresse e do nível de sucateamento que já vem acontecendo, os funcionários da entidade, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais e o Sindicato dos Radialistas acreditam que a TV e a rádio devem parar de funcionar, conforme informaram em manifesto no mesmo blog.

Ontem, a Coletiva.net publicou a notícia do interesse da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) no prédio, o que teria suspendido a ação que o levaria a leilão. Os funcionários afirmaram não ter sido recebidos pelo presidente da Fundação Cultural Piratini, Ricardo Azeredo, para discutir o caso e saber o que aconteceria com os funcionários. Azeredo diz não ter sido procurado.

Na próxima segunda-feira, dia 14, às 10h, será realizada uma reunião na Câmara de Vereadores solicitada pelo Sindicato dos Jornalistas e Radialistas. Enquanto isso, a alternativa que resta é assinar o abaixo assinado contra a extinção da TVE e da FM Cultura.

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